quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mudando os hábitos alimenta 1ºPasso- Conhecer as ervas e plantas medicinais e funcionais A primeira é HIBISCUS Obs: Não deixem de checar a fonte. http://www2.uol.com.br/vyaestelar/hibiscus.htm Hibiscus: planta asiática possui várias propriedades medicinais por Patricia Davidson Haiat O cálice é o elemento mais valioso em termos de produção alimentar e a parte mais estudada do hibisco O hibiscus é uma planta com uma linda flor de espécie conhecida por hibiscus sabdariffa, que provém da Ásia, especialmente da Índia e da África, com propriedades medicinais variadas. As folhas são ricas em vitaminas A e B1, sais minerais e aminoácidos, podendo ser consumidas cruas em saladas ou se tornar, assim como o caule, um ótimo ingrediente para o preparo de cozidos, sopas, feijão e arroz. Possuem ações emolientes, diuréticas e sedativas. As sementes, ricas em proteínas e um tanto amargas, têm servido como refeição para alimentação humana na África, através do seu esmagamento e destilação para uso em sopas, misturadas com farinha de feijão ou torradas como um substituto para o café. As flores possuem antocianinas (são flavonoides antioxidantes: substâncias que combatem os radicais livres - responsáveis pela ocorrência de diversas enfermidades e processos degenerativos do organismo humano); também apresentam efeito diurético e diminuem a viscosidade do sangue, reduzindo a pressão arterial. Os frutos são comestíveis e podem ser utilizados como antiescorbútico (previne ou cura o *escorbuto). Nas Filipinas, as raízes são utilizadas para o preparo de tônicos e aperitivos. O cálice é o elemento mais valioso em termos de produção alimentar e a parte mais estudada do hibisco. De coloração vermelha e sabor azedo contém elevado teor de antocianinas (delfinidina 3-xilosilglucosídio, cianidina 3-xilosilglucosídio, cianidina 3-glicosídeo e a delfinidina 3-glicosídeo,) antioxidante muito poderoso, que integra o grupo dos flavanoides. A hibiscetina, sabdaretina, gossipetina, quercetina, ácido ascórbico (teores mais elevados do que na laranja e na manga), ácido protocateico e taninos também foram identificados e sugeridos como possíveis substâncias responsáveis pelas atividades benéficas à saúde. Os cálices podem ser utilizados na decoração de pratos como saladas que adquirem alto valor antioxidante, ou no preparo de geleias, doces, sucos, xaropes, gelatinas, vinho, vinagre, molhos ou podem ser consumidos in natura. O chá obtido a partir do cálice da flor contém polissacarídeos em boas quantidades, açúcares redutores, como a glicose e a frutose, além de ser rico em cálcio, magnésio, niacina, riboflavina, ferro e vitaminas A e C, ácidos como o tartárico, succínico, málico, oxálico, cítrico e hibíscico, além de quantidade significativa de fibras alimentares. O cálice do hibisco apresenta alto teor de pectinas (mais de 3%), fazendo com que a geleia tenha uma consistência naturalmente firme, ajudando no equilíbrio do intestino e da flora intestinal. O chá de hibiscus e/ou o extrato da planta tem varias ações, é um antioxidante, poder ser um precioso tônico digestivo que facilita o trânsito intestinal e consequentemente a absorção de nutrientes que vão atuar beneficamente nos sistemas cardiovascular, ósseo e muscular, além de proteger as células de danos e câncer. O chá atua também no controle da pressão arterial, melhora a glicemia, o colesterol, triglicérides e ainda auxilia nas disfunções hormonais. Pode ser considerado um termogênico, por aumentar o metabolismo, mas não é estimulante, ao contrário, atua como calmante, diurético e laxante. E como tem um baixo teor de cafeína pode ser consumido por pessoas com transtornos gástricos, sendo ideal quando combinado com outras ervas e frutas, podendo ser ingerido inclusive à noite, pois não interfere no sono. Com o extrato da planta podem ser produzidos chás orgânicos, (puro ou em mistura de ervas) geleias, sucos, Shakes, temperos, chutneys e dentre outros produtos bastante originais.

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